Pós-pandemia: a energia renovável pode ajudar a superar a crise?

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A pandemia do novo coronavírus chegou de forma abrupta e nos forçou a repensar nosso dia a dia, impactando os relacionamentos sociais e de trabalho. Com a perspectiva de seu término, baseada em testes promissores de diversas vacinas, já começamos a considerar como será o mundo pós-pandemia.

Nesse presente distópico, diante de uma ruptura sem precedentes, as sociedades estão sendo obrigadas a se reinventar, procurando, principalmente, substituir itens de consumo essenciais por outros com custos menores. Isso se refere, inclusive, ao consumo de energia.

O Brasil, com sua matriz energética diversificada, tem potencial para ser um dos grandes players na retomada da economia mundial. Afinal, a perspectiva é de muito crescimento no setor.

Trazemos, neste artigo, um panorama desse cenário e como esse mercado será essencial para a retomada da economia ao redor do mundo. Confira!

Otimismo no pós-pandemia para o setor de energias limpas

A redução do consumo de combustíveis fósseis durante a pandemia da COVID-19 atingiu duramente essa indústria, com o preço do barril do petróleo chegando a níveis até negativos. Essa redução evidenciou seu impacto no meio ambiente em diversos centros urbanos, onde a poluição teve uma redução drástica.

Isso trouxe uma oportunidade ao setor de energia limpa de se firmar como alternativa de baixo custo e viável no novo cenário. Segundo o relatório Tendências Globais no Investimento em Energia Renovável 2020, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), do Centro de Colaboração da Escola de Frankfurt-Pnuma e da BloombergNEF (BNEF), essa queda contínua tem o condão de tornar possível uma recuperação econômica pós-pandemia.

No relatório, os investimentos previstos pelos países até 2030 representam cerca de 30% do total de geração de energia limpa não hidrelétrica necessários para se alcançar o limite de aumento na temperatura global a menos de 2 graus Celsius. Essa é a meta do Acordo de Paris.

Ainda conforme esse relatório, as únicas fontes de energia que deverão apresentar crescimento, nesse ano de pandemia, são as renováveis, destacando a fotovoltaica e a eólica. Esse crescimento deverá ficar por volta de 5%, número bastante expressivo para um ano de grande retração econômica.

O papel do Brasil no mercado de energia renovável

Apesar de a matriz energética no Brasil ter predominância da energia hidráulica, a partir das hidrelétricas, o país tem uma imensa capacidade de geração de energia renovável. Entre elas, a fotovoltaica, com um baixo percentual de exploração até o momento.

O País tem mantido o crescimento dos últimos anos. O cenário mudou um pouco durante a pandemia, com alguns setores demandando menor energia, mas sendo compensado por aumento da demanda em outros. Os baixos custos de implantação e a agilidade no processo têm sido primordiais para essa manutenção.

A tecnologia é a grande responsável pela diminuição dos custos de implantação de novas usinas fotovoltaicas. Segundo o relatório de Tendências Globais no Investimento em Energia Renovável 2020, a redução nos custos chegou a incríveis 83% na última década, comparada com a anterior.

Iniciativas governamentais para incentivar o crescimento

A recomendação dos responsáveis pelo referido relatório é que os governos coloquem as energias renováveis como fator-chave para a recuperação econômica pós-pandemia. Isso se deve ao seu alto impacto ambiental e comercial.

Nessa esteira, o governo brasileiro tomou uma iniciativa importante, por meio do decreto 10.387, de 5 de junho de 2020, que permite acesso a diversos benefícios por parte das empresas que tenham a finalidade de financiar projetos de infraestrutura, com benefícios ambientais e sociais. A iniciativa envolve as usinas fotovoltaicas.

Esses incentivos governamentais são fundamentais, pois diversificam a matriz energética. São, portanto, um instrumento comercial estratégico em longo prazo, além de ter impacto positivo no meio ambiente e nos custos de geração, resultando em tarifa menor para os consumidores finais.

Impacto na economia e no meio ambiente

Com um salto no investimento na última década, a participação de energias renováveis, excluindo grandes hidrelétricas, passou de 5,9%, em 2009, para 13,4%, em 2019. Um investimento maciço, com tendência de alta, já que isso tem impacto direto no meio ambiente e na imagem comercial dos países envolvidos.

Isso traz benefícios diretos para economias locais. Afinal, a cadeia de suprimentos de produtos e serviços se fortalece, gerando emprego e renda, diretos e indiretos, relacionados aos novos empreendimentos.

Diante desse cenário promissor, é possível afirmar que investir em um negócio de energia limpa, tal como os de energia fotovoltaica, é uma decisão muito interessante para quem está pensando em ter sua própria empresa na retomada da economia. As franquias do setor podem ser uma boa opção para iniciar.

Iniciando um negócio de energia limpa

Com essa tendência de alta nos negócios, o setor de energia renovável tende a ser um dos que mais auxiliarão a economia dos países na retomada do crescimento. Empreender nesse mercado por meio das franquias é um dos caminhos menos arriscados.

A escolha da franquia deve ser feita de forma criteriosa, verificando sua reputação junto a atuais franqueados. É preciso pedir ao franqueador detalhes sobre o investimento total, previsão de retorno, taxas recorrentes, estratégia de marketing, entre outros relevantes.

As franquias de energia solar têm modelos de negócios já testados e comprovados, trazendo menor risco para o novo empreendedor. Além disso, o know-how consolidado será repassado rapidamente, a partir de treinamentos, propiciando a rápida geração de caixa.

Outro ponto importante é que o suporte e o acompanhamento pela franqueadora são contínuos, já que é de interesse dela que os franqueados cresçam e fortaleçam a marca, para atrair novos franqueados.

Continuar acompanhando as mudanças envolvendo as energias renováveis e como elas vão impactar a sociedade no mundo pós-pandemia é uma opção muito interessante para quem tem interesse em adentrar nesse mercado ainda pouco explorado em nosso país.

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