Energia limpa: o que é e quais os tipos?

Energia limpa: o que é e quais os tipos?

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Problemas sérios e de proporções globais, a poluição e a emissão de gases do efeito estufa, certamente, estão entre os principais temas de discussão no que diz respeito à saúde do planeta. Nesse cenário, o maior vilão é a geração de energia a partir de fontes não renováveis. É necessário, portanto, substituí-las urgentemente. Mas você sabe o que é energia limpa e por que isso é tão importante?

Bem, entenda que nós, seres humanos, precisamos começar a pagar a dívida que contraímos com o meio ambiente. Caso contrário, seremos incapazes de salvá-lo em um futuro próximo.

Para sua melhor compreensão, o petróleo, o xisto, o gás e o carvão natural são os tipos de combustíveis fósseis utilizados pela indústria. Essas fontes de energia não renováveis foram originadas pela decomposição de animais e/ou vegetais ao longo de milhões de anos, no subsolo.

Um dos produtos resultantes da queima desse tipo de combustível é o dióxido de carbono (CO2), cuja presença em excesso na atmosfera causa desequilíbrio no clima do planeta. Os automóveis movidos por motor de combustão dependem dessa fonte de energia para funcionar. Mas são as usinas termelétricas as maiores responsáveis pelos altos níveis de emissão de CO2.

Dito isso, agora vamos ao que, de fato, pretendemos com este artigo: esclarecer os principais pontos sobre os tipos de energia limpa e como eles podem contribuir para reverter os danos causados ao nosso planeta. Confira!

O que é energia limpa?

Também conhecida como energia verde ou energia renovável, a energia limpa se refere, basicamente, a uma geração energética que não lança poluentes na atmosfera (ou quase nada). É produzida a partir de recursos naturais que são reabastecidos naturalmente.

Isso não quer dizer que não existam impactos ambientais para produzi-la. O fato é que, se houver, esses impactos serão substancialmente menores quando comparados às consequências da geração energética oriunda dos combustíveis fósseis.

Para exemplificar, primeiramente, é preciso deixar claro que as principais fontes de energia limpa são a água, o sol e o vento. Portanto, os impactos ambientais acontecem em virtude da construção de usinas, algo que pode prejudicar o ecossistema local, por exemplo.

Mesmo assim, se compararmos às usinas termoelétricas, que geralmente utilizam fontes de energia não renováveis, teríamos a poluição e o esgotamento dos recursos naturais, além do impacto ambiental.

Quais são os tipos de energia limpa?

Agora que você já sabe o que é, veja a seguir, de forma mais detalhada, quais são os tipos de energia limpa.

Eólica

Para começar, falaremos da energia eólica, que tem o vento como matéria-prima. Quanto ao seu funcionamento, é muito simples: as eólicas (hélices presas em um pilar) captam a força dos ventos, movimentam a turbina na qual estão fixadas e transformam a energia mecânica em energia elétrica.

Vantagens

Por se tratar de uma energia renovável, ela disputa com a energia solar a primeira posição entre os tipos de energia limpa. As turbinas geradoras são bastante atraentes.

O sistema eólico de geração de energia pode ser instalado em terrenos rurais, incluindo fazendas. Assim, as usinas arrendam ou alugam um espaço para instalar o sistema, beneficiando os proprietários rurais.

Mesmo com as turbinas, que são aéreas, os agricultores poderão continuar cultivando suas terras, ainda que sejam pequenas. Ademais, novos empregos são criados para esse trabalho.

A energia eólica tem apresentado um desenvolvimento muito rápido. Existem turbinas com diferentes dimensões, favorecendo que tanto pessoas físicas quanto empresas diversas possam aproveitar o sistema para produzir energia pessoal ou comercial, auferindo lucros com essa decisão.

Desvantagens

Os custos são altos para aproveitar da melhor maneira possível os ventos. Para instalar um sistema com sucesso, as áreas escolhidas devem oferecer quantidade de vento suficiente.

Os ventos nem sempre sopram com uniformidade, o que faz com que as turbinas funcionem apenas com 30% de seu potencial. Dessa forma, uma usina pode ficar dependente de outra ou ter que recorrer a outras fontes de energia.

Embora o impacto ambiental seja considerado mínimo, sabe-se que esse tipo de usina pode ameaçar os pássaros da fauna local, sem contar a alteração na paisagem. Além disso, quando não são instaladas em terrenos abertos, será necessário desmatar uma área grande para instalar as turbinas.

Os ruídos são outra desvantagem, pois o som das turbinas pode alcançar até 50 e 60 decibéis. As tempestades e ventanias podem danificar estrutura e comprometer a segurança das pessoas, podendo causar acidentes fatais se cair sobre elas.

Hidráulica

Derivada do movimento das águas, a energia hidráulica é bastante conhecida por todos. Essencialmente, a ideia é a mesma da energia eólica: a força mecânica gerada pelo deslocamento da água é convertida em eletricidade com a ajuda de turbinas específicas.

Vantagens

O alto desempenho energético é o seu ponto forte. Esse tipo de energia também emprega tecnologia sustentável. Ela tem um custo competitivo, já que a água dos rios é um recurso que não se altera com as oscilações do mercado.

Usinas hidrelétricas apresentam uma vida média que vai de 50 a 100 anos, ou seja, podem ser um investimento estratégico com capacidade para atender às necessidades das gerações futuras. Elas também podem ser facilmente atualizadas, pois seguem os requisitos tecnológicos do mundo moderno e oferecem custos baixos de operação/manutenção.

A energia hidráulica fornece eletricidade para as comunidades remotas, auxilia na construção e desenvolvimento das estradas, do comércio e das indústrias.

Desvantagens

A instalação das usinas hidrelétricas, geralmente, causa um enorme impacto ambiental, às vezes, destruindo ecossistemas inteiros. A estrutura necessária para as construções desse tipo pode causar alagamentos, mudanças no curso dos rios e deslocamento populacional.

Os custos de construção são altos e o tempo de retorno do investimento costuma demorar muito. As hidrelétricas armazenam muita água, mas não permitem o acesso a ela para boa parte da população, o que gera conflitos em períodos de seca.

Ela ainda emite muito dióxido de carbono e metano por causa da decomposição de plantas embaixo da água, aumentando a poluição ambiental.

Energia Solar

Gerada a partir dos raios do Sol e transformada em corrente elétrica por meio de painéis compostos por células fotovoltaicas, a energia solar promete ganhar cada vez mais espaço no cotidiano das pessoas. É uma opção ótima para lugares onde não há a tradicional rede elétrica.

Esse tipo de energia é amplamente usado na rede de iluminação pública, guardando energia durante o dia para ser usada à noite para acender as lâmpadas. Na verdade, existem sistemas on grid e off grid.

No primeiro caso, a energia gerada pelo sistema fotovoltaico excedente é direcionada para a rede elétrica pública, gerando bônus para o consumidor. No outro caso, a energia é armazenada em baterias, não vai para a rede elétrica.

Uma opção mais acessível que o sistema fotovoltaico é o sistema de aquecimento solar. Como o nome diz, ele apenas aquece a água, não transforma energia solar em eletricidade. O sistema de aquecimento também pode ser usado em qualquer construção, inclusive para aquecer a água de piscinas.

Vantagens

Atualmente, muitas famílias já estão utilizando em suas próprias casas, devido a sua acessibilidade e ao seu insignificante custo de manutenção (em comparação aos outros). Não há peças móveis e o sistema tem uma durabilidade que vai de 20 a 25 anos.

Após instalados, os painéis solares não geram poluição alguma. O fato de ser renovável indica que ela não se acabará nunca — a não ser que o sol se apague. Também é vantagem o fato de ser sustentável, ou seja, ela satisfaz as necessidades das gerações atuais, sem comprometer a sobrevivência das gerações futuras.

A energia solar também leva eletricidade para comunidades remotas. Geralmente, sai mais barato instalar sistemas de geração de energia solar em locais distantes do que instalar os fios de alta-tensão. Com a inovação tecnológica, é possível produzir energia, mesmo em dias menos ensolarados.

A energia fotovoltaica não é destinada apenas a residências individuais, mas pode ser aplicada ainda em empresas, em indústrias, em condomínios, em qualquer tipo de edificação. O sistema fotovoltaico pode ser instalado em qualquer cobertura.

Custos em queda

Os custos de instalação, que antes eram muito altos, tendem a cair cada vez mais. Além disso, a economia gerada pelo sistema compensa em médio e longo prazo.

As contas de energia certamente virão mais baixas. Inclusive, é possível vender o excedente de energia produzida pelo sistema fotovoltaico para as companhias energéticas da cidade.

As centrais que produzem energia elétrica a partir da energia solar não precisam de manutenções complexas. É necessário pouco espaço em uma residência, exigindo poucas limpezas ao ano.

Os painéis fotovoltaicos são cada vez mais potentes na medida em que seus custos vêm caindo, o que ajuda para que a energia solar se torne uma solução economicamente viável. Além de ser um dos tipos de energia limpa, a energia solar permite a instalação em pequena escala, o que não compele a investir muitos recursos nas linhas de transmissão.

No Brasil, e em outros países situados entre os trópicos, o uso da energia solar é viável na maior parte do território, ou mesmo em sua totalidade. Até em estados de clima temperado, como o Rio Grande do Sul, já estão se destacando na produção de eletricidade a partir da radiação solar. Em certas áreas do Nordeste, a insolação está entre os maiores do mundo.

Desvantagens

a produção desses painéis demanda a exploração e o processamento do silício, elemento que é a base de sua composição;

● a geração de energia só acontece durante o dia;

● os custos iniciais ainda são caros;

● o clima da região pode influenciar a eficiência do sistema;

● a poluição pode atrapalhar a captação de energia solar, o que pode inviabilizar a instalação em áreas muito industrializadas.

Caso não seja possível usar a cobertura, será necessário dispor de uma área grande para instalar as placas solares, de modo que elas atuem com eficiência. Se o usuário optar por armazenar a energia em casa, terá que comprar baterias apropriadas — mas alguns fornecedores do sistema também fornecem essas peças e isso pode representar menores custos (compra de kits).

Maremotriz

Proveniente da força das ondas do mar, a energia maremotriz é produzida com o auxílio de turbinas hidráulicas instaladas nos mares que, por sua vez, convertem-na em eletricidade.

Vantagens

● riscos mínimos à natureza;

● volume elevado de água do mar;

● baixa manutenção.

Desvantagens

● os custos iniciais são muito altos (compra de equipamentos);

● instabilidade, pois a energia das marés está condicionada aos ventos e condições marítimas;

● instalação resistente para aguentar tempestades;

● instalação do sistema só pode ser realizada em lugares que atendam plenamente às necessidades geomorfológicas.

Geotérmica

Oriunda do magma, que pode ser encontrado a menos de 65 quilômetros da superfície da Terra, a energia geotérmica usa o calor das profundidades para evaporar a água e conduzir esse vapor até uma turbina que, ao girar, produz energia elétrica.

Vantagens

Está entre os tipos de energia limpa mais inovadoras. Ela emite carbono em quantidades menores que outras fontes, não usando nenhum combustível na produção — não é necessário transporte ou processo de mineração.

Trata-se de uma energia abundante e praticamente ilimitada, não condicionada ao clima, nem ao horário. Uma bomba de calor geotérmico ajuda a reduzir custos com energia. Em aquecimento, a economia pode ser de 30% a 60% e, em resfriamento, a economia pode ser de 25% a 50%.

Desvantagens

Os altos custos são uma desvantagem. Para funcionar, a bomba geotérmica necessita de eletricidade, que também é necessária para transferir a energia do núcleo da Terra para a construção. As placas solares podem oferecer essa energia. Também existem locais específicos para gerar esse tipo de energia, geralmente fora da zona urbana.

Essa fonte pode causar instabilidade, já que pode modificar a estrutura do solo. O fraturamento hidráulico é essencial para o sistema geotérmico, e ele pode causar tremores de terra. O processo não é fácil, exigindo que a região apresente temperaturas em torno de 180ºC.

Biocombustíveis

Produzidos a partir de matéria orgânica vegetal e/ou animal (biomassa), os biocombustíveis também são considerados um dos tipos de energia limpa. No Brasil, a cana-de-açúcar ganhou notoriedade internacional, justamente pela sua utilização como fonte para geração de eletricidade.

Vantagens

Utilizados especialmente no campo, os biocombustíveis são excelentes substitutos dos combustíveis fósseis, como petróleo e carvão. Eles não produzem carbono e podem ser usados para a criação de produtos diversos, como diesel, metano e outros biocombustíveis.

Eles aproveitam os resíduos sólidos, evitando desperdícios, e podem ser usados diretamente na geração de calor/eletricidade por meio de uma turbina a vapor.

Desvantagens

Exigem muito espaço e constituem um processo caro. É uma fonte menos limpa de energia, já que precisa de transporte. Além disso, a queima de materiais naturais, como a madeira, causa poluição. Também pode gerar o desmatamento, destruindo o habitat de diferentes plantas e animais.

Além disso, eles nem sempre são tão eficientes, como o etanol, quando comparados à gasolina — podem até prejudicar os motores em longo prazo.

Como esse modelo funciona no Brasil?

Antes de concluirmos, é interessante que você saiba como esse modelo de produção de energia funciona no Brasil. Atualmente, 90% de toda a energia elétrica produzida no país advêm de usinas hidrelétricas. A Usina de Itaipu, por exemplo, é a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta.

É importante destacar, contudo, que a produção de bioeletricidade e energia eólica teve um crescimento considerável nos últimos anos. Em 2016, a biomassa voltou a ser a segunda maior fonte de energia do Brasil, impulsionando o crescimento das renováveis.

O país é também o maior gerador de energia eólica da América Latina. Conta com mais de 400 usinas distribuídas em todo o seu território.

No que corresponde à energia solar, estamos evoluindo muito! A perspectiva para 2020 é que até o final do ano o Brasil quase dobre a capacidade de geração distribuída, que atualmente é de 4,4 gigawatts, com o acréscimo de pelo menos mais 4 gigawatts.

Quais empresas estão usando tipos de energia limpa?

Sabendo o que é energia limpa, convém citar grandes empresas que estão usando essa fonte. Entre as internacionais, temos:

● Intel (solar, biocombustível, eólica, hidráulica);

● Microsoft (solar, eólica, biocombustível, hidráulica);

● Whole Foods (solar, eólica);

● Wal-Mart (biocombustível, solar, eólica);

● Google (biocombustível, solar, eólica);

● Staples (biocombustível, eólica, solar); e

● Apple (biocombustível, solar, eólica).

Entre as brasileiras, todas com sistemas de geração de energia solar, estão:

● AMBEV;

● Natura;

● Claro;

● Petrobrás;

● Farmácias Pague Menos;

● AquaRio;

● Algar;

● L’Oréal;

● Mercado Livre.

Essas empresas, além de reduzir seus custos com energia elétrica convencional, garantem diferenciais relevantes para clientes, investidores, acionistas e outras partes relacionadas. Conseguem, também, reduzir desperdícios e volume de lixo, além de promover práticas de conscientização sobre a importância da economia sustentável.

Quais são os ganhos ao investir em energia limpa?

Até o momento, estamos vendo que os diferentes tipos de energia limpa oferecem muitos benefícios aos seus usuários. Mas agora vamos destacar os principais ganhos quando se investe em energia limpa.

Não poluição

A energia limpa, como o nome deixa claro, não libera em sua produção, nem em seu consumo, nenhum tipo de poluente que cause o efeito estufa ou ajude a piorar o aquecimento global. Durante a instalação de um painel fotovoltaico, por exemplo, não há qualquer prejuízo ao meio ambiente.

Como se trata de energia renovável, os sistemas não precisam de muita manutenção. Quando ela é feita, não impacta de forma negativa o meio ambiente.

Um sistema de geração de energia limpa dura, aproximadamente, de 25 a 30 anos. Em alguns, a substituição das peças só acontece 5 ou 10 anos após a instalação, ou seja, o descarte é mínimo.

Geralmente, os sistemas de energia limpa nas empresas tendem a ser silenciosos, não exalam nenhum cheiro que possa provocar mal-estar dentro ou fora da edificação. Finalmente, o uso de energia originada de fontes renováveis não oferece risco algum à saúde das pessoas. Isso significa que ela é totalmente apropriada para a estrutura empresarial.

Contribuição ao meio ambiente

A energia mais usada atualmente é, como já vimos, gerada a partir do petróleo e seus derivados — carvão mineral e xisto. São combustíveis utilizados em termelétricas, em que o processo libera o calor para aquecer a água, aciona um motor e gera a energia elétrica.

Contudo, o uso de energia dessas fontes causa sérios problemas ambientais. Além de emitir gases poluentes, ocorre a reação com as águas pluviais, que as deixa ácidas e danifica qualquer tipo de vegetação por uma área muito extensa. A ação da chuva ácida pode destruir plantações completas, que levaram meses para ser cultivadas.

O pior é que não se trata de uma energia renovável, o que significa que é esgotável, vai se acabar. Quem mais depende desse tipo de energia são as indústrias e corporações de diversos tipos. É preciso que essa situação se modifique e a adoção de alguns tipos de energia limpa se torne comum nas empresas.

É importante, ainda, que haja investimentos em relação a equipamentos e máquinas, para que o consumo de energia não seja mais alto do que o necessário. Consequentemente, os impactos sobre o meio ambiente se reduzirão.

Redução de custos e retorno rápido

Ao utilizar algum dos tipos de energia limpa, o usuário garante a redução dos gastos fixos de uma empresa. Há uma queda de custos com a manutenção de sistemas de água e com as contas de energia elétrica.

O retorno com esses investimentos costuma se manifestar em pouco tempo, aproximadamente no próximo mês à sua implementação. Há vários casos em que os gastos com eletricidade se reduzem de 80% a 90%.

O excesso da energia (produzida, mas não consumida) pode ser vendido para a empresa responsável pela distribuição energética da região e gerando bônus, ou créditos, que serão usados nos meses seguintes. Assim, o dinheiro economizado pode ser usado para suprir outras necessidades da empresa.

De acordo com o local onde for instalado o sistema de energia renovável, será possível gerar novos empregos, fomentando a economia e ajudando muitas pessoas sem trabalho a encontrar uma fonte de renda. Os empreendimentos que investem em energia limpa ainda contam com programas especiais e linhas de crédito em instituições financeiras, pois a economia sustentável interessa a todos, ao governo, às empresas públicas e privadas.

Os outros ganhos de energia limpa

Há outras vantagens de investir em energia limpa, como:

● é uma energia inesgotável, ao contrário dos combustíveis fósseis;

● reduz a produção e a emissão de gás carbônico (CO2);

● são os primeiros passos para novos estudos e pesquisas que ajudam com essas fontes de energia;

● o impacto ambiental da energia limpa é bem inferior aos impactos provocados pela energia gerada por combustíveis fósseis;

● dá mais autonomia ao país em relação à produção de energia elétrica;

● oferece riscos menores que os da energia nuclear.

Existem diferentes tipos de energia limpa, sendo que o mais popular ainda é a energia solar. A tendência de sua expansão é clara em nosso país, um país tropical com acentuada insolação.

Para escolher uma fonte de energia limpa é importante considerar critérios como melhor custo-benefício, mais viabilidade, facilidade na instalação, praticidade na manutenção e assim por diante. A energia solar é a mais vantajosa porque o sol existe em todo o Brasil e os gastos para sua manutenção são baixos, além de o sistema fotovoltaico apresentar uma durabilidade alta.

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